Entenda porque alguns medicamentos não funcionam em você. Farmacogenômica.
- sexta-feira, setembro 3, 2010, 11:36
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No inicio de 2001, tanto o consórcio público como a empresa Celera, liberaram simultaneamente os seus estudos sobre o genoma humano.
Os estudos publicados nas duas mais prestigiosas revistas de ciência médica, o Nature e o Science, causaram grande impacto e surpresa principalmente porque o número de 30000 genes era bem menor do que o esperado.
Hoje, sabe-se que este número é bem maior e está claro que o enigma só seria decifrado com o estudo das proteÃnas produzidos pelos genes. O jornalista Carlos Sadenberg chegou a dizer: “agora que estou quase entendendo de genoma, me dizem que a questão está no proteograma. “
Os estudos atuais mudam a forma de pensar o genoma e obriga a medicina, cada vez mais a agir em termos de respostas individuais. Os médicos, na sua prática diária, conhecem estas respostas personalizadas, como as de pacientes que ao tomarem um tranqüilizante se excitam, ou mesmo não respondem nas mesmas doses.
Os cientistas sabem que 99,1 % da informação genética é comum a todas as pessoas, mas 0.1 % da sua composição pode mudar de uma pessoa para outra. Isto é denominado polimorfismo das letrinhas ( 4 bases quÃmicas presentes nos genes e denominadas A,T,G,C, que podem sofrer quando arrumadas nos genes. O resultado depois é a produção de uma proteÃna diferente.
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